24 de janeiro de 2012

Veja quanto vale o seu dinheiro

Alberto Oliveira-Jornalista

Digamos que eu esteja lhe devendo R$ 100. Você prefere receber o dinheiro agora, ou daqui a um ano? Sou capaz de apostar outros R$ 100 como você respondeu “agora”. E porque você gostaria de ter o dinheiro hoje, e não daqui a longos 365 dias? Você pode me dar uma série de bons motivos, a começar pelo fato de que o dinheiro na mão lhe permitirá comprar, agora, coisas de que você necessita; quem sabe depositar na caderneta de poupança e, com isso, ampliar seus rendimentos; pagar uma dívida que vem lhe deixando sem dormir, e por aí vai.  Por trás dessa sua decisão, está um dos conceitos mais importantes da Matemática Financeira: o de que o tempo muda o valor do dinheiro. R$ 100 daqui a um ano valem menos do que R$ 100 hoje. Você até pode concordar em receber daqui a um ano, mas certamente desejará ter uma recompensa, por isso. Essa recompensa é o que chamamos de juros.

O grande problema é determinar qual o tamanho correto desses juros. Se você empresta dinheiro a um banco, para receber daqui a um mês, o banco vai lhe pagar juros. O banqueiro acha que, nesse caso, é justo lhe pagar em torno de meio por cento, como recompensa.

E se for você que precisa do dinheiro? Aí o banqueiro acha que o justo é ele lhe cobrar quase 10 por cento pelo mesmo período. É como se o dinheiro dele valesse 20 vezes mais do que o seu.

Quando você for fazer compras lembre-se de que as lojas também acham que o dinheiro delas vale mais do que o seu. E cobram juros muito mais altos do que você receberia, se fosse emprestar dinheiro a elas.

Lembre-se, também, que a inflação de um ano, no Brasil, hoje, está em torno de 6,5 por cento.

E tome uma decisão que vai fazer muito bem ao seu bolso: não compre uma agulha sequer se for a prazo. Só compre à vista, e pedindo desconto. Se não der para comprar à vista (e com desconto), pergunte quanto seria a prestação, mas não compre. Vá juntando, todo mês, na caderneta de poupança, o valor da prestação.

Você vai ver que muitas vezes na metade do tempo será possível comprar, à vista, o que estava desejando. E ainda sobrará dinheiro.

Arquivado em Artigos por Redação, às 16:25

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Convivências

Redação

Chris Suedde

O papo é sério, não há como negar, vivemos em grupo. Todos fazemos parte de alguns deles. Vamos, assim, recebendo influências de alguns de nossos pares, e influenciando também. Tenho um amigo chamado Franco, tem 85 anos, saúde em dia, campeão de natação e um papo muitíssimo agradável. Ele atua como exemplo pra nossa família. Sempre que precisamos lembrar alguém a quem seguir os passos, logo sabemos: Franco em primeiro lugar. Porque é quem nos aponta que cumprir aquelas sugestões de vida saudável vale a pena de verdade. Pena que muitas vezes admitimos o que não é tão positivo assim. Eugenio Mussak diz:  “O problema é que ninguém, ninguém mesmo, tem a personalidade tão estruturada a ponto de só aceitar influências positivas, sendo refratário àquilo que não convém, que faz sofrer, que prejudica.” Aí é onde metemos os pés pelas mãos e quando se vê: problemas. E Mussak continua na linha `pra frente é que se anda` ou `vivendo e aprendendo´: “Leva tempo, depende de certa dose de sabedoria para viver livre da tirania do outro. Saber o que é bom para si mesmo e ser fiel a seus valores e desejos requer uma dose de maturidade que demanda tempo, estudo, exemplo, lucidez, amorosidade.”

O certo é que a interação com o outro é a principal fonte de percepção de nós mesmos e de tudo o que nos cerca. É algo tão rico que nos faz conhecer o respeito e a possibilidade de semear a verdade, através do diálogo, algo bem além do que há nas aparências. E aí o que mais me completa para entender essa árvore de relacionamentos é quando leio o que diz Antoine de Saint-Exupéry: “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.”

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    Eu estou acessando o centro histórico de Natal e a Ribeira deveria ter uma revitalização séria, pois Natal nasceu ali e dali se estendeu. Quanto o prédio da boate Arpege no qual eu tomava uma gelada cerveja, pelo q soube, o mesmo está em ruínas e eu fico triste em saber disso. Parece q é uma discriminação porque foi cabaré e sem ter uma visão histórica do seu passado e do seu clássico arquitetura e daí, motivo para o mesmo está em ruínas e q não deveria, Q fosse um centro cultural hoje
    miltoncardoso_lindo@hotmail.com

    Programação dos blocos de Rua de Aracaju/SE

    O meu nome é Paulo Roberto, sou de Aracaju queria pedir por intermédio deste site que reforce a minha sugestão. Pedindo a Diretoria do Bloco Rasgadinho que no próximo desfile do para que seja contrate Artistas da terra como:

    - Karla Isabela

    - Wilson Segal

    - Tonho Baixinho

    - Elba Ramalho

    Eles vão arrastar muita gente. A cantora Amelinha também seria uma boa sugestão com suas belíssimas musicas de carnaval.  Esperamos que a diretoria do bloco estudasse com simpatia as nossas sugestões.

    Obrigado.

    Paulo Roberto

    pinhosilva2011@gmail.com

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