Digamos que eu esteja lhe devendo R$ 100. Você prefere receber o dinheiro agora, ou daqui a um ano? Sou capaz de apostar outros R$ 100 como você respondeu “agora”. E porque você gostaria de ter o dinheiro hoje, e não daqui a longos 365 dias? Você pode me dar uma série de bons motivos, a começar pelo fato de que o dinheiro na mão lhe permitirá comprar, agora, coisas de que você necessita; quem sabe depositar na caderneta de poupança e, com isso, ampliar seus rendimentos; pagar uma dívida que vem lhe deixando sem dormir, e por aí vai. Por trás dessa sua decisão, está um dos conceitos mais importantes da Matemática Financeira: o de que o tempo muda o valor do dinheiro. R$ 100 daqui a um ano valem menos do que R$ 100 hoje. Leia mais…
AINDA O CONTROLE DA MÍDIA
Por iniciativa do governador Jacques Wagner (PT), o Estado da Bahia conta com um Conselho de Comunicação Social encarregado de planejar e elaborar políticas públicas para o setor. Ele é o primeiro órgão do gênero no País. Integrado por 20 representantes da sociedade civil e 7 representantes do poder público, o Conselho foi instalado esta semana. Apresentado como um “espaço” onde movimentos sociais, jornalistas, empresários e governo poderão discutir os “problemas” da mídia na Bahia,o Conselho foi criado por sugestão de uma Conferência Estadual de Comunicação, realizada em 2008. Entre outras conclusões, o evento defendeu o “controle social da mídia”- um eufemismo para subordinar o livre fluxo da informação aos interesses dos grupos organizados que dizem representar a sociedade e incentivam a ingerência do poder público no setor de comunicação. Proposto pelo executivo, o projeto de criação do Conselho de Comunicação Social foi aprovado em maio de 2011 e concede ao órgão a prerrogativa de fiscalizar a atividade de jornalistas e de empresas de comunicação-inclusive privadas- e de avaliar denúncias de abusos de direitos humanos na mídia. Leia mais…
Luz própria…
Só posso imaginar que estamos carregados de luz. É… luzes de Natal. Recebemos muitas luzes. Por todos os lados, de todas as formas. Luzes das cidades, das casas, das árvores. Luzes dos abraços, dos presentes, das mensagens. Aquelas também das imagens na tv. Todas elas traziam os mais significativos e otimistas votos de felicidade e alegria. De alguma maneira fomos alimentados por vibrações positivas. Correto. Ocorre que voltamos ao cotidiano, ao diário viver, às nossas rotinas. Cada um com sua estrada única e individual a ser percorrida. Aproveitar o momento para sintonizar a luz interior é o primeiro passo, porque estar em paz com nosso sentir e pensar traz possibilidades de caminhos mais plenos. Buscar o farol interior faz a diferença em nossa expressão pessoal porque clareia nossas verdades. É o que alimenta nosso coração em cada trilha diária. Perceber-se com clareza. Definir-se alinhando o humano e o divino, buscando a sintonia nas rotinas. Só assim aproveitamos o calor do brilho.
As faculdades baianas no pau
Semana destas fui ao Teatro Castro Alves assistir a uma peça chamada “Dingol Bell”, acho que era assim mesmo, título abrasileirado, com atores egressos do Zorra Total, da TV Globo. É engraçada e uma das partes mais “tragicômicas” para deleite do público é quando um guia se perde e não consegue levar em direção à Estrela Guia e muito menos animar os três Reis Magos durante a caminhada pelo deserto. Ele então implora para que os reis entrem no clima, senão ele perde o emprego. E diz depender deste. Um dos reis pergunta por que e ele responde que não consegue nada na vida, n em passar em concurso público. Estava sempre nos últimos lugares. O rei volta a perguntar por que e ele desabafa choroso dizendo que tinha se formado em Administração na FTC, de Salvador. É uma gargalhada de abalar as estruturas do velho teatro. Os caras botam para lascar em cima da faculdade, arrasando a imagem da escola, que segundo me disseram só é menos pior que a a imagem do Lupi, do Negromoente e do Orlando Silva (aliás, os dois últimos baianos). Os caras também tiram o maior sarro de Geddel, mas aí é outra história.
Mudança de rumo
A velocidade dos acontecimentos não raro faz detentores de cargos no Poder Executivo darem continuidade a políticas públicas sem uma reflexão sobre a necessidade de mudanças de premissas, objetivos e revisões de estratégias. Reavaliar programas e mudar paradigmas exige visão estratégica, esforço técnico e disposição para assumir riscos. Em plena preparação para os grandes eventos esportivos, um novo cenário econômico e administrativo impõe enormes desafios ao Ministério do Turismo. Entre os principais fatores que condicionam a revisão dos programas ministeriais estão: a prolongada crise financeira internacional; a crescente relevância do mercado doméstico, com o crescimento expressivo da classe média e a rápida mudança do perfil demográfico; a importância do Turismo para a geração de empregos e renda, em especial como instrumento de inclusão produtiva da população pobre no mercado de trabalho; e a determinação da presidente Dilma para que os grandes eventos programados constituam alavancas para o desenvolvimento nacional. Cada um desses elementos desdobra-se em múltiplos aspectos, que estão sendo considerados; exemplos podem ser observados nos resultados da pesquisa do Ministério do Turismo sobre avaliação do Brasil pelos turistas estrangeiros (edição 2010). Leia mais…








